"Acordar a criatura humana dessa espécie de sonambulismo em que tantos se deixam arrastar. Mostrar-lhes a vida em profundidade. Sem pretensão filosófica ou de salvação - mas por uma contemplação poética afetuosa e participante."

[Cecília Meireles, poeta-educadora]

 

Artigos & Ensaios

Redes virtuais-cerebrais

  Nas novas tecnologias comunicacionais (videotexto, internet), não são os fatos que organizam a vida (história) dos indivíduos, mas o...
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Os filhos do trem

Uma abordagem sociopsicológica para tentar compreender o fenômeno do sexo livre em bailes de jovens De meados de fevereiro deste ano para cá,...
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Networks, redes de relações

No momento em que tanto se fala das utilizações e prazeres da comunicação por rede, principalmente via Internet, faz-se necessário lembrar que tal...
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Mulheres que conversam demais

As mulheres estão compartilhando suas experiências on-line. Isto não é mais uma utopia feminista, tampouco um sonho para o futuro. É fato real,...
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Cacos Telemáticos

Neoluditas e os amantes do que não morre

Neoluditas, quem sois...?! A vossa voz é forte, mas não é inatacável. A voz do futuro clama e é imperial. Não podemos nos dar o luxo de sermos antiquados! As nossas ideologias já são um antiquário de velhas fórmulas, equações desclassificadas pela voracidade do tempo... Onde ficou perdida a nossa...
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Retrato em patchwork

Coleciono pedaços e cacos, fragmento auto-retratos e re-engenho células. Da metamorfose é meu extrato. Passo a passo, rito a rito, desenho mosaicos e alimento dígitos. Meus tijolos de pensar são jogo de armar infinito. Gota no oceano e pó de estrela, no mar de deus eu sou pixel. No mar de dados,...
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Entre linhas poéticas

literatura tecida ao sabor das linhas: a poesia brota da entrelinha da prosa de todo dia literatura on-line semeada em dígitos: cada ponto é um conto e todo espaço é de encontro literatura que vale pela conexão da leitura e pelo tempo on-line: papiros de pixel & carne literatura que...
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Redes de luz

o que eu falo eu escrevo e digo na velocidade da luz o que mostro entrevejo do abismo que há entre nós eu não te vejo mas te percebo e me mostro com todos os meus nós nós que se juntam e formam estrelas estrelas formadas por todos nós atados estamos por um só desejo e mesmo distantes não...
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Mar de dados [Viagem Xamânica]

nas viagens xamânicas pelos veios da rede sinto palpitar o sangue que ardeja orgânico e verde veios informáticos que transformam a telemática vontade em ilusão-verdade na música dos dados que toca ao infinito muitos sonhos são congelados em utopias de silício navegar pelo mar de dados é buscar...
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Colcha de Babel, torre de retalhos

O dedo de deus do homem de polegar opositor pinta hoje as cavernas do mundo digital. Arca de Noé e Torre de Babel, o ciberespaço divino é o elo perdido de pagãos e ateus.   A colcha é de Babel, a torre é de retalhos: a Babel que levava a Deus hoje conduz o homem ao encontro dos...
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Mosaicos de silício

Retalhos, pedaços, mosaicos de cacos. Nossa identidade de Babel é construída em faiança. Tijolos e células, moléculas, homens de dígitos. Idade da pedra e do vídeo: nossa casa de morar é de silício.   [© Rosy Feros, 2001]
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Jardim

A questão não é discutir se a rede é um fim em si mesma ou um instrumento. Interessam os peixes que brotam dela. Ou a aranha que prende, costurando informações. Entre redes e teias, peixes e aranhas, cada um escolhe sua visão de mundo. A internet pode ser um longo caminho de cinzas... ou um imenso...
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Sonho que se sonha junto

É difícil explicar as ramificações emocionais da conectividade. Como medir, tipificar o tremendo volume de mentes e corações humanos conectados? Como dimensionar o contingente humano num determinado momento do tempo internet, a partir dos mais variados pontos do globo? Quem participa dos meandros e...
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